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O Amazônia SAR mapeou 378 mil hectares de área e emitiu 20 mil alertas entre novembro de 2016 e janeiro de 2018. O projeto, que tem como objetivo coibir práticas como o desmatamento e outras atividades ilegais, notifica o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com dados também sobre garimpo, pistas de pouso clandestinas e mineração ilegal, entre outros.

Os dados foram divulgados na quarta-feira (21) pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). Na mesma ocasião, foi lançado o Sistema Integrado de Alertas de Desmatamento (SipamSar), que deve ampliar a capacidade do Censipam de identificar o desmatamento em estágios iniciais e, assim, facilitar a proteção da Amazônia.

De acordo com o Censipam, os próximos passos incluem a implantação, a partir de 2019, da Estação de Recepção e Gravação (ERG), de onde o órgão vai receber dados diretamente. A estrutura vai contar com duas antenas de rastreio, uma em Brasília e uma em Manaus. O principal benefício a ser alcançado é a diminuição do tempo decorrido desde a coleta da imagem e a emissão do alerta de desmatamento.

Coluna Ari Mota