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 A Honda lança no Brasil a versão 2018 da nova CBR 1000RR Fireblade, que recebeu atualizações de grafismo das carenagens, que reforçam a esportividade do modelo. Apresentada ao público durante o Salão Duas Rodas 2017, em uma edição comemorativa aos 25 anos de produção mundial e com produção limitada a 25 unidades, esta nova geração está mais leve (redução de 15kg) e 11cv mais potente, o que assegurou uma relação peso/potência recorde de 14% a mais que o modelo anterior.

 

A Fireblade traz um projeto onde 90% de seus componentes são totalmente novos em relação à geração anterior, com destaque para um visual mais ousado e jovial, além de novos conjuntos ciclísticos e mecânicos derivados da RC213V-S, versão de rua do modelo RC213 utilizado na categoria MotoGP.

 

Uma das novidades desta geração é o pacote eletrônico composto por soluções que representam a última palavra em tecnologia. Uma unidade de medição de inércia (IMU), novo módulo de controle de tração regulável (HSTC) e sistema de seleção do modo de condução da motocicleta (RMSS) são algumas das inovações responsáveis por agregar maior desempenho e segurança ao modelo.

 

CBR 1000RR Fireblade: estilo e exclusividade

A CBR 1000RR Fireblade traz um projeto totalmente novo ao Brasil e marcará um capitulo exclusivo na história da Honda no que se refere à esportividade em duas rodas. Sua concepção seguiu o conceito onde a pilotagem deve aliar segurança, prazer e total domínio do piloto sob a máquina. Com isso, a marca procurou criar não apenas um conjunto mais moderno e potente, mas também muito mais seguro e fácil de pilotar, que busca satisfazer motociclistas com diferentes níveis de experiência.

 

As duas versões comercializadas no mercado brasileiro, CBR 1000RR Fireblade e CBR 1000RR Fireblade SP, são diferenciadas por uma série de componentes em sua estrutura ciclística e mecânica. Em ambos os casos, a inspiração das pistas - que sempre norteou os projetos da Honda com a linha CBR - ficou ainda mais acentuada. Passados 25 anos desde o lançamento da CBR 900RR, percursora de toda essa linha de sucesso, sua essência jovem permanece a mesma.

 

Externamente, a nova CBR 1000RR Fireblade traz linhas que remetem aos modelos de competição da Honda Racing Corporation (HRC). Em toda a concepção do projeto, três premissas foram fundamentais: menor peso, mais potência e controle total.

 

Para isso, a Honda não mediu esforços para alcançar o máximo em eficiência. A redução de peso atingiu tal patamar que levou em consideração itens como parafusos e arruelas, além de pequenas peças plásticas, entre outros itens. Na CBR 1000RR Fireblade SP, por exemplo, oescape e tanque de combustível (16 litros) foram desenvolvidos em titânio. Esta última aplicação, inédita em uma motocicleta de produção, trouxe ainda maior eficiência na centralização de massas, uma vez que o titânio é um composto muito mais leve e resistente em relação às ligas metálicas utilizadas tradicionalmente.

 

O design da CBR 1000RR foi concebido com base em avançados estudos sobre a dinâmica dos fluídos. Tudo para garantir um menor arrasto aerodinâmico e uma maior proteção contra o vento. As carenagens, por exemplo, ficaram menores, mais justas e também mais compactas. Além de um visual mais moderno, a novidade propiciou uma melhora na refrigeração do motor e mais entrada de ar nos dutos dos radiadores, nas laterais dos faróis e lanternas. Com isso, a própria aerodinâmica do novo modelo ficou moldada de forma a desviar o ar do corpo do piloto, promovendo maior fluidez e menor resistência.

 

Sob qualquer ângulo, a nova CBR 1000RR Fireblade tem um visual mais agressivo, que reforça seu espirito esportivo, fruto do conceito "Forward-looking lines", que trouxe um aspecto mais dinâmico e angulado a todo o conjunto. As linhas ficaram mais limpas e retas, convergindo a um ponto comum na dianteira da motocicleta, análogo a ponta de uma flecha. Destaque ainda para a rabeta elevada e o assento em dois níveis, com altura de 832mm (834mm SP) itens que caracterizam ainda mais seu DNA esportivo.

Programa Negócios News

Coluna Ari Mota

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