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Negão não tem sossêgo na Assembleia

 

Esta semana o Governador Amazonino Mendes não teve sossego na Assembleia Legislativa do Estado. Depois de Serafim Corrêa ter acusado o Governador Amazonino Mendes de ter cometido crime eleitoral, após reunir 57 prefeitos do Amazonas e prometer distribuir R$ 500 milhões, até para os inadimplentes, agora é a vez de Sabbá Reis. O Deputado do PR colocou o Negão no “Paredão” e pediu o impeachment dele. Sabbá afirma que o não cumprimento à Constituição Estadual e o desrespeito à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), vai virar um processo de impedimento da função de governador tampão do Estado.

 

Na Mesa

 

O pedido já foi apresentado à Mesa Diretora que agora segue agora para discussão na Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR). Um dos motivos é o reajuste salarial de mais de 100%  dado aos secretários estaduais, anunciado pelo "Negão" e depois retirou. O outro motivo é a tentativa de fazer uma reforma no Estado por meio de Decreto, o que burla a Lei e tenta excluir o Poder Legislativo de participar do processo.

 

Farsa do Negão

 

Ainda nessa semana o governador anunciou ter contratado a consultoria na área de segurança junto à empresa do ex-prefeito de Nova Iorque (EUA), Rudolph Giuliani, que custaria US$ 1,5 milhão, o equivalente a R$ 5 milhões. O valor foi divulgado pelo próprio “Negão”  em entrevista coletiva após o lançamento do programa “Prosamim em Movimento”. “Nós estamos contratando o que há de melhor no mundo”, justificou o governador. Depois foi descoberto que não teve contrato nenhum. Para onde iria esse dinheiro.

Farsa do Negão II

 A assessoria do escritório “Giuliani Security & Safety”, de Rudolph Giuliani, informou ao deputado Serafim Corrêa (PSB), que não ocorreu contrato com o Governo do Estado do Amazonas, para realizar consultoria na área de segurança. O que houve na verdade foi um termo de intenção para que eles tomassem as primeiras medidas e se concordassem em fazer o serviço e entendessem que o Governo do Amazonas fosse transparente o suficiente, assinariam o contrato.

 

Troca no Defina Aziz pode acarretar prejuízo aos pacientes

 

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado David Almeida (PSB) denunciou também esta semana que a nova empresa que vai assumir a ala cirúrgica no Hospital Delphina Aziz, tem histórico de atraso no pagamento de salários, diferente do atual instituto, o Imed, que está há cinco meses sem receber os repasses do governo, mas não deixou de honrar pagamentos da folha de funcionários. 

 

“A empresa que atua no Delphina Aziz, a Imed, e que já vai sair, está há cinco meses sem receber do governo e nem por isso, atrasou salários. Agora a empresa que vai entrar, lá de Goiás, tem histórico recorrente de pagar salários dos seus funcionários com atraso naquele estado. Se não receber do governo em dia, não paga porque não tem a margem necessária que a Imed para segurar de cinco a seis meses sem receber”, explicou David. Mesmo assim e sem honrar com a empresa que honra o trabalho de seus colaboradores, a Susam vai realizar a troca.

 

Cirurgias paralisadas

 

David Almeida denunciou ainda que atualmente, as cirurgias estão paralisadas e o centro cirúrgico fechado. Ele lembrou, que quando esteve governador interino do Amazonas, das cirurgias contratadas, foram pagas, aproximadamente, 300 cirurgias. “Só que agora pararam e isso é ruim para a saúde pública do Amazonas. Eu quero aqui, pedir ao secretário de saúde e ao líder do governo, para que possam intervir junto ao governador para que tudo possa voltar a funcionar”.

 

Bom final de semana!

Coluna Ari Mota

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