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“Conversa pra Boi Dormir”

 

A ordem da morte partiu de dentro do sistema prisional, por um preso identificado como José Mateus da Costa Vieira, conhecido como ‘Sapo’”, disse o delegado, Juan Valério, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), sobre o mandante do assassinato do maquiador João Felipe de Oliveira, de 22 anos, ocorrido no dia 30 de agosto dentro de um salão de beleza no Vieiralves, Zona Centro- Sul de Manaus. Essa a policia deveria contar outra “Estória”.  Não que seria inédito um detento ordenar a morte de desafetos, porém vejamos:

A irmã da vitima foi morta em 2011 e “Sapo” o detento seria o suspeito de mata-la. Já se passaram seis anos. O maquiador não apresentou vestígio de ser traficante, no máximo poderia esta devendo a “Boca” por ser usuário, mas daí, ordenar uma morte é muito fantasiosa essa versão.

Sem Motivação

“Sapo”, está preso na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), na Zona Leste,  e a polícia não revelou nem a motivação para o assassinato de João Felipe, ou seja é muito esquisita essa afirmação da polícia.  

Sociedade

As primeiras versões do caso davam conta de uma traição. O maquiador acobertava um “Caso” de uma cliente da alta sociedade casada, que tinha um relacionamento extra –conjugal e que pode ter sido abafado.

A pergunta é: Quem a Polícia Está Protegendo ?

 

Governador Pajé não quer transparência

 

Sob a batuta do Governador Pajé David Almeida que de tolo só tem a cara, os deputados da Assembleia Legislativa do Estado (ALE) aprovaram, o veto total  dele ao Projeto de Lei Complementar de n°07/2016 de autoria do deputado estadual Dermilson Chagas (PEN), que institui uma comissão, de transição de governo no âmbito estadual garantindo a observância dos princípios de responsabilidade e transparência da gestão fiscal.

O governador atribuiu o veto do projeto a vício de iniciativa, alegando que a matéria não poderia partir de um parlamentar. Conversa de quem não quer lidar com transparência, ou seja, de tolo David Almeida não tem nada, pois antes de ocupar a vaga do governo, Davizinho já havia dito que o projeto seria aprovado. Para ele foi uma contradição a Assembleia aprovar um veto do governador para um projeto que antes foi aprovado pelos próprios parlamentares.

Coluna Ari Mota

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