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Depois de tentar ser “Cacique”, o governador Pajé David Almeida é envolvido em escândalo de corrupção. Áudio divulgado nas redes sociais mostra o irmão dele, Daniel Almeida, pressionando a diretora do Instituto Gente Amazônica (Igam), identificada como Maria, que denunciou o superfaturamento de 780 cirurgias no hospital Delphina Aziz. O imão de Davizinho como é chamado pelos mais próximos, questiona o fato de Maria ter exposto o caso nos jornais. “O Vander (Alves, secretário de Estado da Saúde) quer brincar com coisas sérias. Eu tentei conversar. Isso não se faz. Nós temos a população morrendo e o cara tá superfaturando R$ 10 mil por cirurgia. Você acha certo isso?”, responde à empresária.

Pajé diz que foi ameaçado

Tentando mudar o “foco” da denuncia o governador Pajé David Almeida reuniu a imprensa, para dizer que esta sendo ameaçado de morte e que vai denunciar o caso ao Ministério Público Estadual, porém até hoje o MPE não recebeu nenhuma denuncia a respeito. Pajé também não revelou quem teria ameaçado.

Prefeito intervém na paralização

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, acompanhou e interveio na paralisação dos trabalhadores do Serviço de Transporte Coletivo. Dessa vez a paralização não foi por reajuste salarial nem tão pouco por melhores condições de trabalho e sim por segurança. Os rodoviários não aguentam mais tantos assaltos. Logo cedo eles obstruíram o Terminal de Integração da avenida Constantino Nery (T1). Diante desse quadro. O prefeito de Manaus fez contato direto com as lideranças do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Manaus (STTR), e conseguiu o recuo da categoria, que por volta das 11h come&cce dil;ou a liberar o terminal.

Prefeito solidário aos trabalhadores

Segundo o prefeito não se justifica uma medida com esse impacto social embasada na justíssima solidariedade aos trabalhadores do transporte especial, que mais cedo fizeram uma paralisação na avenida Autaz Mirim, na Zona Leste. Arthur criticou o ato e declarou preferir não acreditar em vinculações político-partidárias e, portanto, eleitoreiras. Ele disse que a revolta é verdadeira e que está com os trabalhadores. Arthur den unciou ainda a crise da segurança pública em Manaus. “As polícias são boas. O secretário Sérgio Fontes é bom, mas falta o general, um governador legítimo, eleito pelo voto popular, com pulso para enfrentar e derrotar o crime em nossa cidade, não dá é para a população ser punida desse jeito”.

 

Enquanto isso na Assembleia...

Enquanto a população sofre com escândalos na saúde e falta de segurança, a Assembleia Legislativa do Amazonas, segue seu trabalho, fazendo homenagens e mais homenagens.

Coluna Ari Mota

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