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Em meio à crise do futebol mundial, onde sete diretores da Fifa, incluindo o ex-presidente Federação Brasileira de Futebol (FBF) José Maria Marin foram presos em Zurique na Suíça acusados de corrupção e o sumiço do atual presidente da entidade brasileira Marco Polo Del Nero, que por motivos de evitar ser preso e extraditado para o Estados Unidos, deixou a Suíça e nem participou da eleição na Fifa, seguimos aqui com o nosso futebol Baré de muletas.

O futebol espera por renovação, mas isso não deve acontecer tão cedo e vai ter que se contentar com mais quatro anos do atual presidente Dissica Valério Tomaz, há 23 anos no cargo. Ao nosso futebol sem representatividade no quadro nacional, segue pobre, sem público, sem investimentos, mas considerado pelo presidente da entidade como excelente. E afirma que a FAF não é responsável pelo fato de os times locais não terem condições de jogar na elite do futebol brasileiro.

Segundo Dissíca não. É a federação que forma os times?, não contrata jogadores e nem técnicos, “Isso é responsabilidades dos clubes”, afirma o dirigente. 

Desde que assumiu a direção da FAF, nenhum clube local disputou a primeira divisão do Campeonato Brasileiro e o Estado tem apenas representantes na quarta e última divisão do Brasileiro.  A Federação arrecada verbas com os jogos realizados em Manaus, seja na Arena ou em qualquer outro estádio, mas o dinheiro não é repassado aos clubes.

O dinheiro é destinado para as reformas na entidade e apoio às categorias amadoras e ligas esportivas, agora se o profissional esta como esta, imagina o amador.  Além disso a FAF recebe da CBF uma ‘ajuda’ mensal de R$ 100 mil.

Coluna Ari Mota

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