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A família da inglesa Gillian Metcalf, morta durante a colisão de duas lanchas no Rio Negro, vem a Manaus esta semana em busca do julgamento do caso, que perdura há dois anos. Os ingleses buscam justiça, claro é justo, correto a justiça tem que agir.

Agora eu pergunto, onde esta a justiça inglesa no caso de Jean Charles assassinado pela SCO19, unidade armada da Scotland Yard dentro de um trem. o metrô de Londres. Os policiais supostamente o confundiram com Hamdi Adus Isaac 

Jean Charles vivia há três anos no sul da capital inglesa. O erro foi admitido pela Scotland Yard, quando informou que o brasileiro não tinha nenhuma relação com qualquer grupo terrorista. Segundo a autoridade policial, o acidente ocorreu porque o brasileiro se recusara a obedecer às ordens de parar, dadas pelas autoridades.

No entanto, a Comissão Independente de Investigação de Queixas da Polícia (CIIQ, em inglês) concluiu que Ian Blair, chefe da Scotland Yard, tentou impedir que a morte de Jean Charles fosse investigada. Até hoje o Governo brasileiro não se posicionou a respeito do assassinato do brasileiro, porém basta um traficante ser condenado a morte, que a Dilma se manifesta contraria. Isso é vergonhoso.

Que a família da inglesa peça justiça e que ela realmente venha, porém o Brasil não pode mais aceitar essas imposições internacionais, para eles o rigor da Lei, para nós, o equivoco, o erro, a desculpa.

 Lembremos também o caso do Jato Legaccy que em 29 de setembro de 2006, os pilotos americanos Paul Paladino e Joseph Lepore pilotavam o jato que se chocou com o Boeing 737-800 da Gol que fazia a rota Manaus-Brasília e caiu na mata fechada em Mato Grosso, matando 154 pessoas.

Tenho certeza que Interesses políticos e imperialismo não mataram os 154 passageiros do vôo 1907 da Gol, mas esses fatores são os responsáveis pela impunidade dos presumíveis assassinos e deverão lhes garantir impunidade eterna.

Coluna Ari Mota

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