Steve

De Nova York à Austrália, fãs da tecnologia e dos computadores compareceram a lojas Apple  do mundo todo para homenagear Steve Jobs, destacando o seu caráter visionário que transformou o cotidiano de milhões de pessoas.

Na sede da empresa que Jobs fundou em 1976 -- na Infinite Loop, 1, Cupertino, Califórnia --, bandeiras tremulavam a meio mastro e muita gente se reuniu num gramado próximo após a morte de Jobs, na quarta-feira (5). Abalados, fãs da Apple deixavam flores, e um homem tocava gaita de fole.

"Na minha cabeça, não existe diferença entre ele e Pasteur", disse Chitra Abdolzadeh, que trabalha no setor da saúde em Cupertino, numa referência ao ilustre químico francês.  Ben Chess, de 29 anos, engenheiro em uma empresa de Internet e ex-estagiário da Apple, viajou depois do expediente de trabalho de San Francisco até o QG (quartel general) da Apple para deixar um ramo de flores. "É a coisa certa a fazer", disse.

Jobs, que morreu aos 56 anos, revolucionou a maneira como os usuários navegam na internet ao lhes dar o iPod, o iPhone e o iPad. Ele havia deixado em agosto o comando da empresa, a maior do mundo no setor de tecnologia.

China

Os "geeks" chineses pareciam especialmente comovidos. "Vim aqui ver como eles vão operar no primeiro dia depois de perderem Steve Jobs", afirmou Jin Yi, de 27 anos, na maior loja da Apple na China, em Xangai, que abriu no mês passado.

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